sexta-feira, 25 de setembro de 2020

Boneca inflável em formato de ovelha (inflatable sheep-shaped doll)...

 

Bom, o titulo tem que chamar a atenção.
A imagem... E o título não tem nada a ver.

Não achei no Google, pois o guri tem apenas 22 anos e, não conhece esta tecnologia.
Então porque não tirei uma foto...
Bom, aí nós temos que entender que eu sou da Geração Baby Boomer (na verdade eu me considero um remanescente da velha e boa geração Beat (beatniks), mas nasci um ano depois. Phoda-se, aqui neste blog, quem manda sou eu.
Não tenho o hábito e a visão de que tudo que acontece a minha volta deve ser registrado, documentado, descrito e apresentado a todos. Não é de minha índole fazer isto, então perdi o momento e não tenho como provar que o Google é um piá de m&rd@...
Bom, vamos aos fatos.
Demanda :
A mulher diz :
- Não tem uma lampada para colocar aqui...
Bom, como conheço o fornecedor / cliente / reclamante (o Governo enche o saco, mas não tem o PHd a altura deste indivíduo), levanto e me dirijo ao meu abrigo anti-bombas onde mantenho alguns suprimentos, caso o abalo sísmico, ou a queda do meteoro, que porventura venha, a meu pedido, para dizimar a população na sua totalidade, pois a mesma o merece...
Acho uma lampada.
Pego a escada.
Tudo a postos, identifico que o aparato tridimensional onde a lâmpada de led, pois foi trocada em um advento espaço tempo deveras atual, está enferrujado (Não confundir com o Ferrugem, ator... se for da Geração Y, procure no Google, aquele b0st!nh@).
Desce as escadas, pega uma ferramenta, a qual chamamos de alicate para liberar o parafuso que está no aparato tridimensional e liberar a ferrugem (novamente atesto com todas as letras do alfabeto que não é o cara cheio de sardas...) e soltar o mesmo.
Tira a lampada antiga, coloca a nova, desce as escadas, dá a volta na casa (maldito dia que não quis fazer cópia da chave da frente) e liga o interruptor. A lampada não liga.
Analise de caso...
Sim, sou um Analista de Suporte em Informática, então, sempre uso e aplico este termo.
As casas antigas, no caso a antiga casa dos meus pais (já falecidos) não tem disjuntores.
Na época em que a casa foi construída, muito antes de eu nascer se utilizava um dispositivo, chamado fusível que ficava instalado nas tomadas e nos interruptores.
Volto ao meu reduto familiar para pegar ferramentas específicas para meu propósito.
Removo o espelho do interruptor...
Entes disto deixa eu fazer um comentário deveras estarrecedor, a luz da parte interna associado ao local onde o advento lúdico ocorreu também não
estava acendendo...
Voltando a remoção do espelho. Desculpe, eu já removi o espelho...
Removo o interruptor duplo (prometo que no próximo episódio talvez ocorra um menage a trois na instalação elétrica...) e identifico que na parte interna existe um fusível.
Meu coração palpita. Lembro de episódios antigos, na minha infância, onde tive contato com este dispositivo elétrico.
Uso o meu polegar opositor e, em conjunto com meu indicador giro a tampa plástica do fusível e olho seu interior (qualquer referência aqui apresentada, retrata um vídeo relacionado. Pesquise por Ilha das Flores no youtube.com.br).
O fusível está rompido.
Uso uma das minhas chaves para criar um curto no fusível e clico no interruptor...
Como um deus, neste momento :
- Faça se a luz.
Como sou virginiano, chato da p00rr@, tiro a lampada nova e coloco a velha.
Chamo meu filho e explico como as coisas funcionavam, a mais de 50 anos atrás e ele me ajuda, segurando o celular como lanterna (esta b0st@ tem mil e uma utilidades), enquanto o seu velho briga com a alicate, chave de fenda e um fiapo de fio de cobre para reparar o fusível.
Meu filho diz :
- Deixa para fazer amanhã, durante o dia, que é melhor...
Eu digo :
- Eu conheço a tua mãe a mais tempo que tu, então deixa eu terminar esta b0st@...
Fim da história.
Tudo certo e o Google é uma bosta de merda (com todas as letras normais para que ele faça um reconhecimento dos caracteres) e eu não tenho a imagem para postar no brogue...
Another day, and another electrical maintenance...